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Entenda os Vírus: Zika e Chikungunya

O Zika Vírus


O Zika vírus (ZIKV) é um arbovírus da família Flaviviridae transmitido a seres humanos principalmente através do mosquito pertencente ao gênero Aedes, incluindo a espécie Aedes aegypyti. Foi incialmente isolado em 1947 na floresta Zika na Uganda. Como todos os flavivírus, é um vírus envelopado, RNA fita única com um genoma de aproximadamente 11 kb.

Sua infecção vai deste assintomática até sintomas tais como febre, mialgia, cefaleia, anorexia, mal estar, linfadenopatia e diarreia. Apresentações clínicas não específicas podem confundir com muitas outras arboviroses particularmente com infecções pelo vírus da dengue e vírus Chikungunya.

Surtos mostram que a febre Zika (FZ) é uma doença emergente e, sendo assim, a necessidade de técnicas de diagnóstico sensíveis e específicas é cada vez mais uma realidade, devido ao fato de muitos casos serem diagnosticados erroneamente como infecção pelo vírus da Dengue. O diagnóstico molecular por RT-qPCR é amplamente utilizado na detecção de flavivírus por ser um método rápido, sensível e específico em amostras clínicas humanas.O exame deve ser realizado na fase aguda de viremia, pois apos este período pode ocorrer a não detecção de copias virais, impossibilitando a detecção do vírus.

Coleta deve ser feita entre o primeiro ao quinto dia do aparecimento dos sintomas. Após o sexto dia deve-se fazer dosagem dos anticorpos *igg/igm.

*O inicio do positivamento do igg é após o decimo quinto dia.

Metodologia: PCR (REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE) EM TEMPO REAL


Coleta:


JL Ribeiro:
 De segunda a sexta-feira de 7h às 17h / Sábados de 7h às 12h

Nova Iguaçu (Matriz): De segunda a sexta-feira de 6h30 às 17h / Sábado de 6h30 às 12h



O Vírus Chikungunya

O vírus Chikungunya (CHIK) é um arbovírus transmitido a seres humanos através do mosquito pertencente ao gênero Aedes. É um vírus envelopado, RNA fita única da família Togaviridae e sua infecção produz infecções caracterizadas pelo aparecimento súbito de febre, cefaleia e artralgia grave. A poliartralgia associada com esta infecção é uma condição dolorosa e debilitante a qual persiste por vários meses. A febre de CHIK pode não ter as manifestações típicas ou pode coexistir com outras doenças infecciosas e não infecciosas.

O diagnóstico diferencial deve levar em conta aspectos epidemiológico, tais como local de residência, histórico de viagens e de exposição.

O diagnóstico laboratorial da infecção por CHIK é realizado por métodos sorológicos,

isolamento do vírus e pela RT-PCR. A detecção de anticorpos IgM por ELISA é o teste
diagnóstico mais comum, entretanto, em amostras coletadas durante a fase inicial da doença (3 a 9 dias) IgM pode não ser detectado.

As infecções CHIK causam altos níveis de viremia, a qual persiste por aproximadamente 4 a 7 dias, mas pode ser detectada em até 10 dias. A detecção de RNA viral por testes de detecção de ácidos nucléicos (NAAT) são métodos sensíveis para o diagnóstico de CHIK em estágios agudos da doença quando anticorpos IgM  anti-CHIK não são detectados.

Para dosagem em RNA Pcr o ideal é que seja feito no quinto até o decimo dia após o inicio dos sintomas. Após isso se deve fazer a dosagem de anticorpos igm/igg.

Metodologia: PCR (REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE) EM TEMPO REAL

Coleta:
 

JL Ribeiro: De segunda a sexta-feira de 7h às 17h / Sábados de 7h às 12h

 

Nova Iguaçu (Matriz): De segunda a sexta-feira de 6h30 às 17h / Sábado de 6h30 às 12h


Dúvidas:
 (21) 2667-8005 e-mail: admjlr@velox.com.br

 

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Exame toxicológico para motoristas reduz em 38% os acidentes nas estradas

A obrigatoriedade do exame toxicológico para motoristas profissionais, implantada há apenas seis meses, já conseguiu reduzir em mais de 38% o número de acidentes nas estradas federais de todo o país. A medida também fez com que mais de 230 mil motoristas profissionais mudassem de categoria ou não renovassem sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Os dados foram divulgados pelo Instituto de Tecnologia para o Trânsito Seguro (ITTS).

O exame toxicológico é obrigatório para motoristas com CNH nas categorias C, D e E, e tornou-se uma norma pela Lei Federal 13.103/15 já devidamente regulamentada pelo  Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e pelo Ministério do Trabalho. Ela passou a valer em 2 de março deste ano para a emissão e renovação da CNH, na pré-admissão e no desligamento de motoristas profissionais de todo o país.

Seja consciente e siga a legislação. Realize o seu exame toxicológico ou os de seus funcionários no Laboratório José Luiz Ribeiro.

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Perguntas Frequentes


Preciso fazer jejum para exame de sangue?


 

É um tema que está sendo muito discutida hoje em dia. A Sociedade Brasileira de Patologia Clinica e Medicina Laboratorial, a de Cardiologia e a de Analises Clinicas se posicionaram oficialmente contra a obrigatoriedade do jejum de 12 horas para exames de colesterol e triglicerídeos.  Então qual orientação devo seguir? Você deverá seguir sempre a orientação do seu médico. Habitualmente, é recomendado um período de jejum para a coleta de sangue para exames laboratoriais.

 

• Exames com jejum de 12 a 14 horas
Colesterol Fracionado, Perfil Lipídico e Triglicérides
• Exames com jejum de 8 a 12 horas
Ácido Úrico, Amilase, Cálcio, Fósforo, Fosfatases, Gama GTm HGH, Glicemia de Jejum, Curva Glicêmica, Ferro Sérico, Capacidade de Ligação, Paratormônio, Transferrina, VDRL, Teste de Tolerância à Glicose, Creatinina, PSA e TSH.
• Jejum não obrigatório
Quando solicitados como urgentes pelo médico, por exemplo: Hemograma e Coagulograma, dispensa o jejum alimentar; porém, o ideal quando possível é manter um jejum mínimo de 2 horas após a ingestão de alimentos.
• Crianças muito pequenas
O ideal é coletar o sangue antes da próxima mamada.

 

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